Ambientalistas preocupados com o lixo tóxico

O não cumprimento pelas empresas, do prazo final dado pela justiça para que removessem os tambores cotendo lixo tóxico da empresa Recoben, no Município de São José dos Pinhais, no Paraná, terminou no último dia 25.

Preocupado com a situação, o Conselho Municipal de Meio Ambiente da cidade, continuará em alerta máximo. “São cinco anos que os tambores estão poluindo o solo, o rio e prejudicando a saúde das pessoas que residem ao lado dos três depósitos da falida empresa Recoben.

Esta não remoção dos tambores é uma preocupação onde podemos observar em que órgãos competentes como IAP-Instituto Ambiental do Paraná e o Ibama – Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, até agora não estão cumprindo com o seu papel”, ressaltou o presidente do ConselhoMunicipal de Meio Amiente de São José dos Pinhais, João Teixeira.

De acordo com ele, a Justiça está tentando fazer um acordo dentro da legaldiade para que seja retirado o mais rápido possível o material tóxico. Segundo João, uma parte das empresas responsáveis solicitou um pouco mais de tempo (155 dias) porque são 3.700 tambores no total dos três depósitos da Recoben em São José dos Pinhais. “Além dos 2.000 tamobres enterrados no depósito da empresa no bairro do Barro Preto”.

Para o presidente do conselho, o prazo solicitado pelas empresas junto a Justiça é para que possam fazer um conograma de retirada do lixo.

O ambientalista afirmou ainda que a juíza da Comarca do município, Maria Roseli Guiessman além de estar oficiando as empresas que vão retirar o lixo tóxico, também pede que o Conselho Municipal do Meio Ambiente indique uma comissão para acompanhar a retirada dos tambores, juntamente com a Delegacia do Meio Ambiente e o IAP-Instituto Ambiental do Paraná.

“O IAP além da convocação oficial, a juiza também está intimando a entidade para que indiqueo seu representante legal em relação ao caso”, disse João Teixeira.
(São José dos Pinhais Metrópole)