SOFTWARE PERMITE INTEGRAÇÃO COM INFORMAÇÕES SOBRE FLORA E FAUNA

Num futuro próximo, os usuários da Internet terão acesso a uma rede integrada de bancos de dados com informações sobre o nome, a classificação e a distribuição de milhares de espécies de plantas, animais e microrganismos naturais do Estado de São Paulo – conhecimento essencial para a definição de estratégias de preservação da biodiversidade local.

Ainda sem nome definido, essa rede integrará os dados do projeto Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo, que há nove anos cataloga 7.500 espécies de plantas com flores (fanerógamas), com os da rede Species Link , que reúne informações sobre 12 coleções de herbários e museus paulistas, além de dados de plantas, animais e microrganismos registrados no SinBiota, o Sistema de Informação do Programa Biota-FAPESP, responsável pelo levantamento da biodiversidade e dos recursos naturais paulistas. Será também o passo inicial que deve permitir a participação brasileira de uma rede muito mais ampla, voltada para a conservação da diversidade biológica do planeta.

Tecnicamente, a concretização dessa iniciativa, pioneira no Brasil e sob alguns aspectos no mundo, vem se tornando possível graças a um protocolo de comunicação chamado DiGIR (Distributed Generic Information Retrieval ), que permite rastrear informações em bancos de dados distintos e apresenta os resultados ao usuário como se as informações tivessem origem numa base de dados única.

A equipe internacional que desenvolve o software há cerca de um ano apresentou a versão de testes mais recente, a última antes do DiGIR 1.0, no final de outubro, em Indaiatuba, no interior de São Paulo, durante o Fórum Tendências e Desenvolvimento em Informática para a Biodiversidade – ramo da informática voltado para a criação de ferramentas aplicáveis ao estudo de distribuição e análise das espécies.

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(FAPESP)