CONHEÇA O NOVO PRESIDENTE DO IBAMA

Marcus Luiz Barroso Barros

Dirige o Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa) há nove meses, onde trabalha como concursado desde 1975. Especialista em Leishmaniose – doença provocada por ratos, descobriu a pentamidina – droga que cura os portadores da doença com apenas cinco injeções, contra a média de uma centena de ampolas de outros medicamentos injetáveis.

O novo presidente do IBAMA foi reitor da Universidade Federal do Amazonas (Ufa) de 1989 a 1993; instalou e dirigiu o escritório técnico regional da fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do ministério da Saúde, também no Amazonas, sua terra natal. É autor e/ou colaborador de 41 trabalhos científicos. Criou o Museu Amazônico para a preservação da cultura dos povos da Amazônia Ocidental, o Centro de Ciências do Ambiente, e o Centro de Artes Hannehman Bacelar. Dos seis concursos públicos que prestou, em cinco foi o primeiro colocado, inclusive para a direção do Inpa, em março/99.

CURRICULO

Nome: Marcus Luiz Barroso Barros

Natural: Amazonas

Data nascimento.: 29.11.47

Estado Civil: casado

Graduação: medicina – Universidade Federal do Amazonas/1972.

Mestrado: Epidemiologia da Leshmaniose Visceral em Roraima/Fiocruz-RJ/1996

Notório Saber – área de Leishmaniose, emitido pela Fiocruz/1996.

Professor Honoris Causa – Universidade Federal do Espírito Santo – Projeto: autonomia para a universidade pública brasileira.

Especialidade: medicina tropical pela Universidade Federal do RJ/1973.

Outras especialidades: administração hospitalar/1981, protozoologia – imunologia da doença de Chagas/1988 – Instituto de Medicina Tropical da Universidade de Nagasaki/Japão, patologia clínica/1976.

Experiência profissional:

Professor adjunto IV do departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade do Amazonas, desde 1975.

Pesquisador do Inpe desde 1975: criou o laboratório de Leishmaniose que dirigiu de 1979/ 1988, supervisor do curso de residência médica em 1994 e chefe do núcleo de ensino/1995- 96.

Fundador e primeiro diretor do Hosp. Universitário Getúlio Vargas da Ufa/1981-83.

Como reitor da Ufa – interiorizou a universidade para onze municípios estratégicos e o exame vestibular para cerca de 60 por cento dos municípios amazonenses, reformulou 80 por cento do currículo escolar incluindo os cursos de engenharia florestal e engenharia de pesca, criou o centro de Ciências do Ambiente, etc.

Criou o Museu Amazônico para a preservação da cultura dos povos da Amazônia Ocidental.

Na gerência da Fiocruz/Amazonas elaborou o planejamento estratégico para a criação das linhas de pesquisa; publicou o Atlas “Espaço e Doença – Um olhar sobre o Amazonas”; coordenou a expedição científica Rio Negro/Rio Branco que resultou no livro: “Revisitando a Amazônia de Carlos Chagas. Da borracha à biodiversidade”.

De seu rico currículo constam, ainda: quatorze cargos e/ou funções de relevância; orientação de quatro trabalhos científicos; participação em três bancas e comissões examinadoras e em dezesseis sociedades e fundações nacionais e internacionais. É membro da New York Academy of Science; participou de 103 conferências, palestras, mesas-redondas, cursos e eventos científicos nacionais e internacionais; e, exerceu quatorze atividades no exterior. (fonte: IBAMA)