-
Mais lidas do dia
- Morre na Argélia o condor mais velho do mundo
- Em um ano, 30 mil acidentes com cobras são registrados no país
- EXCLUSIVO: Pesquisa avalia presença de metais pesados no entorno de floresta urbana em Campinas (SP)
- Monitoramento de florestas
- Governo diz que vai ampliar proteção a espécies da flora e da fauna ameaçadas
Anúncios
Principais assuntos
acidente ambiental agropecuário amazônia apreensão arqueologia biodiversidade biotecnologia carbono ciência clima crime cursos e eventos dengue desenvolvimento sustentável desmatamento educação ambiental energia extinção fauna fenômeno florestal gestão ambiental gripe A gripe aviária internacional legislação licenciamento mudanças climáticas nuclear paleontologia pesquisa poluição polêmica protesto protocolo de kyoto qualidade de vida queimadas recursos pesqueiros resíduos tecnologia transgênicos unidades de conservação velho chico águas índiosListar notícias por data



29 / 04 / 2005Brasil quer definir bens ambientais na OMC
O Brasil está discutindo uma proposta sobre bens ambientais para ser encaminhada às negociações da OMC – Organização Mundial do Comércio. A idéia é que o tema entre na pauta de discussões do Comitê de Comércio e Meio Ambiente da OMC, com sede em Genebra, Suíça. A proposta brasileira é incluir nessa categoria produtos do manejo sustentável dos recursos naturais, como energias renováveis, florestais e não- madeireiros, orgânicos e artesanais derivados de conhecimentos tradicionais, entre outros.
O Ministério do Meio Ambiente está coordenando os trabalhos de uma comissão interministerial com o objetivo de identificar as categorias de bens ambientais de interesse brasileiro. A proposta para a definição se baseia nos aspectos de desenvolvimento sustentável, previstos na Declaração Ministerial de Doha, no Catar, realizada em 2001, que reafirma o compromisso de salvaguardar um sistema de comércio multilateral, balanceado e amplo, voltado para a proteção do meio ambiente.
A rodada, chamada de Agenda de Desenvolvimento de Doha, trata do acesso dos países em desenvolvimento a mercados desenvolvidos como oportunidade para aumentar as exportações de bens ambientais dos quais os países em desenvolvimento têm vantagens competitivas. (Gerusa Barbosa/ MMA)