Anúncios
Principais assuntos
acidente ambiental agropecuário amazônia apreensão arqueologia biodiversidade biotecnologia carbono ciência clima crime cursos e eventos código florestal dengue desenvolvimento sustentável desmatamento energia extinção fauna fenômeno florestal gestão ambiental gripe A gripe aviária internacional legislação licenciamento mudanças climáticas nuclear paleontologia pesquisa poluição protesto protocolo de kyoto qualidade de vida queimadas recursos pesqueiros resíduos tecnologia terremoto transgênicos unidades de conservação velho chico águas índiosListar notícias por data



26 / 07 / 2008É preciso ter cautela ao reduzir tempo de licenciamentos, diz deputado
O deputado e ex-ministro do meio ambiente conversou com o site Amazônia.org.br a respeito das medidas de licenciamento anunciadas na semana passada. Segundo Sarney Filho, é preciso ter cautela na redução de tempo. “Vejo com cautela e atenção essa redução, tenho muito receio de que isso possa indicar uma flexibilização”, diz.
Apesar dessa possibilidade, essa flexibilização ainda não ocorre, na opinião do deputado. Entretanto, Sarney Filho lembra da resolução do Conselho Monetário Nacional que restringia o crédito e que, alguns meses após a publicação da resolução, foram feitas medidas que a modificaram.
Para o deputado, ainda é cedo para fazer análises sobre os primeiros meses de atuação do novo ministro, mas em alguns aspectos, é positiva. “Entretanto, tiveram pontos negativos, como a saída do André (Lima, diretor de ações para Amazônia do Ministério de Meio Ambiente, que pediu demissão no último dia 11)”, diz.
As medidas – As normas que agilizam o processo de licenciamento ambiental foram publicadas no último dia 18 no Diário Oficial da União. Segundo o ministro Minc, as medidas devem possibilitar que empreendimentos sejam licenciados na metade do tempo do que levavam antes.
Além disso, as medidas também prevêem a reestruturação do processo de licenciamento, a contratação de 90 analistas ambientais, a criação de núcleos de licenciamento nas superintendências do Ibama e a institucionalização de um sistema de licenciamento (SisLic). (Fonte: Bruno Calixto/ Amazônia.org)