Anúncios
Principais assuntos
acidente ambiental agropecuário amazônia apreensão arqueologia biodiversidade biotecnologia carbono ciência clima crime cursos e eventos código florestal dengue desenvolvimento sustentável desmatamento energia extinção fauna fenômeno florestal gestão ambiental gripe A gripe aviária internacional legislação licenciamento mudanças climáticas nuclear paleontologia pesquisa poluição protesto protocolo de kyoto qualidade de vida queimadas recursos pesqueiros resíduos tecnologia terremoto transgênicos unidades de conservação velho chico águas índiosListar notícias por data



29 / 06 / 2010Batalhão Florestal intensifica combate a balões no Rio de Janeiro
O Batalhão Florestal da Polícia Militar do Rio de Janeiro montou uma força-tarefa para combater a prática de soltar balões, que se intensifica nesta época do ano, com as festas juninas. Neste fim de semana, os policiais, que têm o apoio de agentes da Delegacia do Meio Ambiente do estado, fizeram um sobrevoo pela cidade e registraram mais de 30 flagrantes.
Em uma casa em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, os policiais encontraram uma fábrica de balões. Além da grande quantidade de material para a confecção desses artefatos, havia caixas de explosivos e até um revólver calibre 32. O dono da casa, Dionísio Gomes de Andrade, de 41 anos, foi preso em flagrante e autuado na delegacia do Largo do Tanque por crime ambiental e porte ilegal de arma. Ele pagou fiança e foi liberado.
O comandante do Batalhão Florestal, tenente-coronel Mário Fernandes, disse que os policiais se baseiam nas informações do Serviço de Inteligência e também nos atendimentos do Disque-Denúncia (21 2253-1177) para desencadear as ações.
Segundo ele, de janeiro a junho deste ano, os policiais do Batalhão Florestal já fizeram 82 apreensões de balões e mais de 30 prisões, enquanto durante todo o ano passado foram feitas 68 apreensões e cerca de 20 prisões.
“Não sei por que as pessoas ainda insistem em soltar balões, essa cultura ultrapassada que, além de ser danosa ao meio ambiente, prejudica a aviação civil e o patrimônio público e privado, com incêndios e outros danos”, acrescentou o comandante. Ele enfatizou que a prática de soltar, vender, transportar e fabricar balões é crime ambiental, com pena prevista de até três anos de prisão.
No fim de semana anterior, a queda de um balão em uma área de preservação na zona sul do Rio provocou um incêndio que destruiu o equivalente a quatro estádios de futebol. Moradores do Morro dos Cabritos, da Ladeira do Sacopã e do Corte do Cantagalo, em Copacabana, saíram de suas casas e apartamentos assustados com o calor das chamas, que só foram controladas quase 24 horas depois de iniciadas. (Fonte: Cristiane Ribeiro/ Agência Brasil)