-
Mais lidas do dia
- Ave redescoberta em 2003 já se reproduz na Oceania, dizem cientistas
- Planeta recém-descoberto é 'melhor candidato a abrigar 'vida' fora da Terra
- Primeiro voo espacial privado à ISS pode ocorrer em março
- Sobe para 221 número de municípios atingidos pelas chuvas em Minas Gerais
- Cerca de 70% dos municípios gaúchos decretaram situação de emergência por causa da seca
Anúncios
Principais assuntos
acidente ambiental agropecuário amazônia apreensão arqueologia biodiversidade biotecnologia carbono ciência clima crime cursos e eventos código florestal dengue desenvolvimento sustentável desmatamento energia extinção fauna fenômeno florestal gestão ambiental gripe A gripe aviária internacional legislação licenciamento mudanças climáticas nuclear paleontologia pesquisa poluição protesto protocolo de kyoto qualidade de vida queimadas recursos pesqueiros resíduos tecnologia terremoto transgênicos unidades de conservação velho chico águas índiosListar notícias por data



06 / 07 / 2010Climas quentes aumentam tamanho de bico de pássaro
Se o tucano-toco tivesse evoluído na fria Irlanda, seu enorme bico teria sido muito menor. Pelo menos essa é a conclusão de um grupo de pesquisadores, que afirmam que troca de calor pode ser adicionada a dieta e atração sexual como importantes fatores responsáveis pelo tamanho do bico de pássaros.
No ano passado, Glenn Tattersall, da Universidade Brock, em Ontário, Canadá, descobriu que tucanos-toco perdem até 60% de sua temperatura corporal pelo bico.
Agora, Tattersall e Matthew Symonds, da Universidade de Melbourne, Austrália, compararam o tamanho do bico de 214 espécies de pássaros com as temperaturas mínimas anuais de seus habitats naturais. “De tucanos, a papagaios, a tetrazes, a pinguins, espécies de habitats mais frios têm bicos menores”, diz Symonds.
Eles isolaram a influência da temperatura ao estudar somente bicos de fêmeas e ao comparar espécies com dietas similares vivendo em climas diferentes.
A temperatura explicou 16% da variação no tamanho de bicos. Para gaivotas e pinguins, a temperatura explicou 66% e 43% da variação, respectivamente.
O estudo foi publicado no periódico “The American Naturalist”. (Fonte: Folha.com)