Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que a concentração de ozônio na região metropolitana de Belo Horizonte é a maior do país. O padrão estabelecido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente é de 160 microgramas por metro cúbico. Segundo o IBGE, o nível na região metropolitana da capital é de 300.
O professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Gilberto Caldeira, especialista em engenharia ambiental, explica que dois fatores ajudam a entender a colocação de Belo Horizonte. A topografia acidentada da região faz com que os veículos emitam mais gases poluentes e dificulta a dispersão deles.
O professor esclarece também que o ozônio precisa de luz solar para ser formado. Então, as cidades de altitude elevada, como a capital mineira, têm mais chances de concentrá-lo.
O excesso de ozônio pode acelerar o envelhecimento das células do corpo humano, além de favorecer reações alérgicas e doenças respiratórias. (Fonte: G1)
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03 / 09 / 2010Concentração de ozônio na Grande BH é a maior do país, diz IBGE
Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que a concentração de ozônio na região metropolitana de Belo Horizonte é a maior do país. O padrão estabelecido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente é de 160 microgramas por metro cúbico. Segundo o IBGE, o nível na região metropolitana da capital é de 300.
O professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Gilberto Caldeira, especialista em engenharia ambiental, explica que dois fatores ajudam a entender a colocação de Belo Horizonte. A topografia acidentada da região faz com que os veículos emitam mais gases poluentes e dificulta a dispersão deles.
O professor esclarece também que o ozônio precisa de luz solar para ser formado. Então, as cidades de altitude elevada, como a capital mineira, têm mais chances de concentrá-lo.
O excesso de ozônio pode acelerar o envelhecimento das células do corpo humano, além de favorecer reações alérgicas e doenças respiratórias. (Fonte: G1)