Milhares de pessoas assistiram na Indonésia ao eclipse total do sol

Milhares de pessoas assistiram na quarta-feira (9) na Indonésia ao único eclipse total do sol de 2016, que também pôde ser visto parcialmente na maior parte do Sudeste Asiático.

O eclipse começou a ser observado na Ilha de Samatra, no Oeste da Indonésia, e foi avançando em direção ao Leste, para dezenas de províncias nas ilhas do Bornéu, Célebes e Molucas, antes de chegar ao Pacífico.

Um dos lugares onde foi possível observar o eclipse total foi Palu, na região central das Célebes, para onde se deslocou uma equipe de astrônomos liderada pelo espanhol Miquel Serra-Ricart, do Instituto de Astrofísica das Canárias.

O astrônomo explicou à agência Efe, por telefone, que inicialmente era um eclipse “complicado”, de “reduzido interesse”, devido à instabilidade atmosférica habitual, mas que depois a visibilidade do dia o converteu em um dos melhores.

“Foi impressionante. Não me recordo, desde o de 2008 na Rússia, de um eclipse tão límpido, sem nuvens, com um ar tão transparente”, disse Serra-Ricart.

Uma equipe da Nasa (a agência espacial norte-americana) também viajou para a Indonésia a fim de observar o fenômeno, que despertou a curiosidade não só de cientistas mas de milhares de turistas.

Os eclipses do sol ocorrem quando, a partir da perspectiva da Terra, a Lua passa à frente do sol, ocultando-o. Dependendo do ponto do planeta onde se encontra o observador, o fenômeno pode ser total, anular ou parcial.

O eclipse é total quando toda a superfície do sol fica coberta pela lua; anular quando a lua – um pouco mais afastada da Terra – não chega a cobrir totalmente a superfície do sol e deixa visível um anel solar; e parcial quando apenas uma parte do sol fica ocultada pela lua. (Fonte: Agência Brasil)

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