Sobreviventes do 11 de setembro têm maior risco de doenças cardíacas e pulmonares, diz estudo

As pessoas que foram expostas à nuvem de poeira e foram feridas durante os ataques terroristas do 11 de setembro, em Nova York, têm maior risco, a longo prazo, de contrair doenças respiratórias, como a asma, e ter um ataque cardíaco. Os resultados são de um estudo publicado neste domingo (16) no periódico científico “Injury Epidemiology”.

Cientistas do Departamento de Saúde e Higiene Mental de Nova York cruzaram os dados de exposição aguda à poeira ou o sofrimento de lesões físicas durante o 11 de setembro à frequência de aparecimento de doenças crônicas entre 10 e 11 anos depois.

“Nossos achados indicam que exposição intensa à poeira em um único dia contribui substancialmente para o risco de desenvolver condições crônicas”, disse Robert Brackbill, autor do estudo.

Para examinar efeitos a longo prazo, os autores usaram dados de monitoramento da saúde física e mental de 71.431 pessoas expostas aos ataques do 11 de setembro. Os resultados expressam uma coleta em três períodos: 2003/2004, 2006/2007 e 2011/2012. (Fonte: G1)

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