Desembargador de MS utiliza WhatsApp para acelerar processos e cuidar do meio ambiente

Com o objetivo de acelerar os trabalhos e preservar o meio ambiente, o desembargador Alexandre Bastos, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS), teve a ideia criativa de incrementar o WhatsApp, aplicativo mundial de mensagens instantâneas, na rotina de trabalho do próprio gabinete.

A proposta passou a ser aplicada no dia 22 deste mês e a primeira comunicação com um advogado foi realizada na terça-feira (23), explica Bastos. Porém, a ideia do “Gabinete Sem Papel” vem sendo pensada desde o ano passado, quando o homem notou que utilizava muitos materiais impressos e que gostaria de mudar a preferência. Desta forma, o uso do WhatsApp surgiu para se unir às outras práticas digitais recentes que visam atingir o mesmo ideal.

Acostumado aos anos de trabalho, a maior conquista do “Prisioneiro do Papel, termo humorístico utilizado por Bastos para se denominar quando ainda utilizava muitas folhas, foi justamente a transformação de atitude.

“A grande mudança de comportamento que me surpreendeu foi trabalhar de forma totalmente virtual. Eu achava que não daria conta disso, são tantos anos trabalhando com o papel, né?”, diz o desembargador do TJ-MS Alexandre Bastos.

Porém, ele explica que ainda recebe materiais impressos, pois o WhatsApp é apenas mais uma ferramenta para ampliar a comunicação com os advogados, reduzir custos, preservar o meio ambiente e ainda agilizar os procedimentos. Como o universo eletrônico permite rápido acesso em qualquer lugar, necessitando apenas estar conectado à internet, o homem fala que tem grandes expectativas com a ideia.

“Eu não tenho dúvida que em todos os setores a eliminação do papel é algo inevitável. A gente está se adaptando. Você colabora com o meio ambiente e você cria uma ferramenta de agilidade. As pessoas têm urgência”, comenta o desembargador que utiliza o WhatsApp.

Alexandre também explica que os votos que passarem pelo processo digital serão identificados com o selo “Gabinete Sem Papel” para informar os jurisdicionados sobre a iniciativa, que além de ajudar com um trabalho mais prático, igualmente contribui com um mundo melhor para todos.

Fonte: Nathália Rabelo, G1

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