Conheça o homem que passou 10 mil horas sob a água

Nas Ilhas Auckland, na Nova Zelândia, Skerry capturou o encontro de seu assistente, Mauricio Handler, com uma baleia-franca-austral.
FOTO DE BRIAN SKERRY, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE

O fotógrafo Brian Skerry, que passou mais de 10 mil horas debaixo d’água explorando os oceanos do mundo com uma câmera, recebeu o prêmio Rolex National Geographic Explorer of the Year  de 2017.

O prêmio é dado a indivíduos que fazem descobertas científicas e as compartilham para beneficiar o mundo e é apresentado pela Rolex, que recentemente assinou uma parceria com a National Geographic para apoiar a exploração.

O objetivo de Skerry é criar “imagens que celebram o mar, mas que destaquem os problemas ambientais”.
FOTO DE MAURICIO HANDLER, NATIONAL GEOGRAPHIC CREATIVE

Skerry, de 55 anos, é conhecido internacionalmente por suas imagens de vida selvagem e de ambientes submarinos. Fotógrafo da National Geographic há duas décadas e pesquisador da entidade desde 2014, Skerry atualmente trabalha em sua 25ª reportagem para a  revista.

“As imagens feitas por Brian contam histórias que celebram o mistério e a beleza do oceano, ao mesmo tempo em que chamam a atenção para as questões que o ameaçam”, diz Gary E. Knell, presidente e Diretor Executivo da National Geographic Society. De acordo com Knell, para capturar essas imagens, “Brian viveu no fundo do mar, passou meses a bordo de barcos de pesca e viajou em tudo, de snowmobiles ao dirigível da Goodyear”.

Skerry é membro fundador da Liga Internacional de Fotógrafos de Conservação, dá palestras sobre fotografia e conservação e é autor de dez livros.

A Rolex e a National Geographic são colaboradoras de longa data do prêmio Explorer of the Year, que é apresentado todo mês de junho durante o Explorer’s Festival realizado pela National Geographic Society em Washington, D.C.

“Queremos que nossas famílias, e nossas futuras gerações, possam desfrutar e contar com nossos oceanos. Isso é o que motiva Brian”, diz Knell. “Trata-se de dar voz ao mar e às suas criaturas, muitas das quais estão em perigo”.

Fonte: National Geographic