EXCLUSIVO: “PAC da Defesa” é válido para a proteção da Amazônia?

Mônica Pinto / AmbienteBrasil

O vice-presidente da República, José Alencar, defendeu no dia 8 passado o reaparelhamento das Forças Armadas “para que elas tenham condições de cumprir com o seu papel na defesa do território nacional”, conforme registrou a Agência Brasil.

Segundo a reportagem, já houve um aumento no orçamento de R$ 6 bilhões para R$ 9 bilhões, e ainda uma otimização de mais R$ 1 bilhão para execução orçamentária. Esses investimentos foram classificados como “PAC da Defesa”.

A revista IstoÉ abordou o assunto em edição recente, na matéria “Por que o Brasil precisa de defesa”. Disse a publicação, atribuindo a preocupação a “estrategistas”: “A Amazônia, que detém 20% da água potável do planeta e esconde outro tesouro sob a forma de minerais, já está sendo atacada de forma silenciosa por ONGs estrangeiras, que difundem a idéia da internacionalização da floresta”.

IstoÉ registrou ainda o comentário de um membro do Alto Comando do Exército – não identificado -, para quem “chegará o momento em que organismos internacionais vão construir a tese de que não sabemos cuidar da Amazônia e que, para o bem da humanidade, exércitos estrangeiros precisam intervir”.

E o leitor, o que pensa sobre esse assunto? Tamanho investimento na indústria bélica se justifica? Essa é a reflexão provocada pela nova enquete de AmbienteBrasil.

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