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13 / 10 / 2008ECOLUNA – Campanha “Circo sem Animal é mais Legal” promove espetáculos em Brasília
Com o objetivo de expor à sociedade o valor do trabalho dos artistas circenses, valorizando a atividade artística e demonstrando que não é necessário o uso de animais no picadeiro, o Projeto GAP – Grupo de Apoio aos Primatas, o Ibama – Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e a Fundação Jardim Zoológico de Brasília, com apoio do Ministério Público do Distrito Federal, decidiram se unir e atuar em prol de circos que não usam animais. Para tanto, levam ao Estádio Mané Garrincha, na capital federal, “um espetáculo grandioso sem exploração animal”, chamado “Circo sem Animal é mais Legal”.
O projeto é uma parceria do GAP, Ibama e Zoológico de Brasília com o antigo Circo Mágico Moscou, composto por artistas de família circense de 160 anos de tradição. Esta parceria é emblemática porque o circo em questão, conhecido pela utilização de animais em seus espetáculos, recentemente abriu mão desta prática e entregou seus animais – um chimpanzé, um leão, uma tigresa, uma ursa e um babuíno – ao Projeto GAP, para que estes pudessem desfrutar de uma vida digna em um santuário.
Serão realizadas sessões especiais e oficinas de atividades circenses gratuitas para estudantes de escolas públicas, em parceria com o programa “Escola é o Bicho”, da Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) e Escola da Natureza, realizado em Brasília. A temporada começa agora no dia 17 e se estende até 8 de novembro, com sessões de terça à sexta-feira, sempre às 20h30, e, nos sábados, domingos e feriados, espetáculos às 15h, 17h30 e 20h30.
Histórico – O Projeto de Lei 7291, de 2006, está sob análise da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados e dispõe sobre o registro de circos e o emprego de animais da fauna silvestre brasileira e exótica na atividade circense. Um substitutivo do PL propõe instituir a proibição de uso de animais em circos em todo o país e uma audiência pública para discutir abertamente o assunto está agendada para o dia 4 de novembro, em Brasília.
Lâmpadas
O Grupo de Trabalho da Câmara Técnica de Saúde, Saneamento Ambiental e Gestão de Resíduos do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), se reúne em São Paulo, nesta quinta-feira, para dar início à proposta de resolução sobre o gerenciamento e destinação final para lâmpadas mercuriais.
O objetivo do grupo é elaborar uma resolução que normatize a coleta, reciclagem, reaproveitamento, destinação e disposição final de lâmpadas em consonância com as mais modernas tecnologias e com os princípios da proteção ao meio ambiente à saúde pública, que contemple a importação de lâmpadas com os mais baixos teores de mercúrio que a tecnologia atual permite, até que seja possível produzir lâmpadas de alta eficiência e durabilidade e que não contenham substâncias perigosas.
O GT é composto de representantes dos governos federal, estaduais e municipais, da sociedade civil, representantes dos setores da cadeia produtiva e de pós-consumo de lâmpadas como produtores, importadores, revendedores e recicladores.
Jirau
O Ibama promove nesta quarta-feira, no Hotel Aquarius em Porto Velho (RO), a partir das 19h, Reunião Pública para apresentação do projeto de alteração do eixo do barramento da Usina Hidrelétrica de Jirau, transferido da Cachoeira do Jirau para a Ilha do Padre.
Outorgas
Em setembro, 93 outorgas de direito de uso da água foram deferidas pela Agência Nacional de Águas (ANA). São autorizações para usos variados: irrigação (50), aqüicultura (15), indústria (12), irrigação/dessedentação (8), esgotamento e mineração (3 para cada uso) e abastecimento público (2). Desde o começo do ano, 817 outorgas foram emitidas.