{"id":108125,"date":"2014-08-23T00:00:36","date_gmt":"2014-08-23T03:00:36","guid":{"rendered":"http:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?p=108125"},"modified":"2014-08-22T19:50:22","modified_gmt":"2014-08-22T22:50:22","slug":"numero-de-mortos-pelo-ebola-chega-a-1-427-segundo-a-oms","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/localhost\/clipping\/2014\/08\/23\/108125-numero-de-mortos-pelo-ebola-chega-a-1-427-segundo-a-oms.html","title":{"rendered":"N\u00famero de mortos pelo ebola chega a 1.427, segundo a OMS"},"content":{"rendered":"

A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) informou nesta sexta-feira (22) que o n\u00famero de mortos por causa do v\u00edrus ebola chegou a 1.427, um aumento de 77 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00faltima atualiza\u00e7\u00e3o. O total de casos de ebola chegou a 2.615, nos quatro pa\u00edses afetados: Guin\u00e9, Lib\u00e9ria, Nig\u00e9ria e Serra Leoa.<\/p>\n

Segundo a OMS, a escala do pior surto de ebola da hist\u00f3ria foi mascarada pelas fam\u00edlias que ocultaram seus parentes infectados em casa e pela exist\u00eancia de \u201czonas fantasma\u201d onde os m\u00e9dicos n\u00e3o chegam.<\/p>\n

A organiza\u00e7\u00e3o publicou um comunicado detalhando por que a epidemia no oeste da \u00c1frica foi subestimada depois das cr\u00edticas de que reagiu muito devagar para conter o v\u00edrus mort\u00edfero, que agora se espalha sem controle.<\/p>\n

Um m\u00eas atr\u00e1s, especialistas independentes fizeram questionamentos semelhantes. Segundo eles, o cont\u00e1gio pode ser pior que o relatado porque moradores suspeitos das \u00e1reas afetadas est\u00e3o expulsando agentes de sa\u00fade e recusando tratamento.<\/p>\n

Os relatos subestimados de casos \u00e9 um problema especialmente na Lib\u00e9ria e em Serra Leoa. A OMS afirmou estar trabalhando agora com os M\u00e9dicos Sem Fronteiras (MSF) e o Centro para o Controle e a Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as dos Estados Unidos para produzir \u201cestimativas mais realistas\u201d.<\/p>\n

A chefe do MSF, que exortou a OMS a se empenhar mais, disse \u00e0 Reuters em entrevista na quinta-feira que a luta contra o ebola est\u00e1 sendo minada por uma falta de lideran\u00e7a internacional e de habilidades gerenciais de emerg\u00eancias.<\/p>\n

O estigma do ebola coloca um s\u00e9rio obst\u00e1culo para deter o surto na Lib\u00e9ria, Guin\u00e9, Nig\u00e9ria e em Serra Leoa, que tiveram mais v\u00edtimas do que qualquer epis\u00f3dio da doen\u00e7a, descoberta quase 40 anos atr\u00e1s nas florestas do centro africano.<\/p>\n

“Como o ebola n\u00e3o tem cura, alguns acreditam que seus entes queridos infectados ficar\u00e3o mais confort\u00e1veis morrendo em casa\u201d, informou a OMS em nota.<\/p>\n

“Outros negam que um paciente tem ebola e creem que cuidados em uma ala isolada levar\u00e1 \u00e0 infec\u00e7\u00e3o e \u00e0 morte certa. A maioria teme o estigma e a rejei\u00e7\u00e3o social aos pacientes e familiares quando um diagn\u00f3stico de ebola \u00e9 confirmado”.<\/p>\n

Muitas vezes os corpos s\u00e3o enterrados sem notifica\u00e7\u00e3o, disse a OMS, e um problema adicional s\u00e3o as \u201czonas fantasma\u201d, vilarejos rurais onde h\u00e1 rumores de casos e mortes que n\u00e3o podem ser investigados por causa da resist\u00eancia da comunidade ou falta de pessoal e transporte.<\/p>\n

Em outros casos, onde o tratamento est\u00e1 dispon\u00edvel, os centros de sa\u00fade est\u00e3o ficando lotados de pacientes, sugerindo que h\u00e1 uma quantidade invis\u00edvel de infectados fora do radar dos sistemas de vigil\u00e2ncia oficiais.<\/p>\n

A OMS afirmou ter elaborado o rascunho de um plano para combater o ebola no oeste da \u00c1frica nos pr\u00f3ximos seis a nove meses. (Fonte: G1)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"

Total de casos j\u00e1 \u00e9 de 2.615 em quatro pa\u00edses afetados. Organiza\u00e7\u00e3o disse que tamanho da epidemia foi subestimado. <\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[18,53],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108125"}],"collection":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=108125"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108125\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=108125"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=108125"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/localhost\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=108125"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}