O australiano Matthew Broadhust, e o sul-africano Geremy Cliff, especialistas em tubarões, não recomendam o uso de redes de proteção em praias com ocorrência de ataques a banhistas, como é o caso de Pernambuco. Embora seus países adotem esta medida, eles a consideram de alto custo e grande impacto ecológico.
Os especialistas participam do 2.º Workshop Internacional sobre Tubarões, em Pernambuco. O norte-americano George Burgess, da Universidade da Flórida, frisou que a rede “está ultrapassada” e é antiecológica, porque mata tubarões e também golfinhos, tartarugas e outras espécies. Os Estados Unidos não usam este equipamento.
Burgess defende a conscientização da população, com foco nos jovens e crianças, além de vigilância permanente nas praias e socorro imediato às vítimas. Os participantes do evento destacaram que o objetivo não é extinguir os tubarões, que são fundamentais para o equilíbrio do meio-ambiente marinho. Leia na íntegra a notícia do Estadão Online.



