De acordo com o especialista, as espécies encontradas na manhã desta segunda-feira (2) são altamente sociais e de águas profundas, o que descartaria a possibilidade de que a baixa repentina da maré pudesse surpreendê-las.
As causas das catástrofes deste tipo, mais comuns na Austrália e na Nova Zelândia, nunca chegaram a ser esclarecidas, porém, segundo Rollo, há vários fatores que podem causar esses fatos, como as epidemias virais, bacterianas e as associadas a vermes; e as poluições sonoras e ambientais.
No Brasil, o último caso do tipo foi registrado em 1987, quando cerca de 50 golfinhos da espécie cabeça-de-melão foram encontrados mortos na Praia de Itacaré, na Bahia. (Fonte: Estadão Online)



