Governo norueguês, que anunciou corte em doações para Fundo Amazônia por causa de aumento do desmatamento, é acionista majoritário de empresa acusada pelo MPF de contaminar rios e comunidades em município no Pará.
O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, disse que está atuando para garantir que a mineradora Samarco volte a operar em Minas Gerais no segundo semestre deste ano.
As atividades da mineradora estão paralisadas desde que todas as suas licenças ambientais foram suspensas em decorrência da tragédia de novembro de 2015, quando ocorreu o rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana (MG).
Com mão de obra indígena escravizada, região chegou a ser o principal polo de produção aurífera no país. Vestígios arqueológicos, escondidos na mata, foram inventariados e mapeados.
De acordo com estudo de pesquisadores da Universidade de Porto Rico, publicado hoje na revista Environmental Research Letters, a extração de ouro já provocou a perda de 183 quilômetros quadrados de vegetação na região entre os rios Tapajós e Xingu, no estado do Pará.