Os cientistas, pelo menos nos domínios do Atlântico Sul, não conheciam nenhuma área usada pelo C. perezi para acasalamento e reprodução. Mas, como revela uma nova pesquisa, uma dessas áreas acaba de ser descoberta.
A rede do Programa de Estudos de Ecossistemas Costeiros Tropicais (Ecolab), que envolve cientistas do Brasil, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela e Guiana Holandesa, já fez diversas tentativas de oficializar a iniciativa para obter recursos e desenvolver projetos de maior porte.
Grandes descobertas, como a do pigmento encontrado em determinadas bactérias que transformam energia luminosa diretamente em um gradiente elétrico que atravessa as membranas celulares, foram feitas há apenas três anos.
A idéia é utilizar as cidades com as menores taxas de pluviosidade da Paraíba para implantar o reuso de água. Estima-se que, na região, cada habitante utilize em média 100 litros de água por dia, que podem ser reutilizados na irrigação de culturas agrícolas.
Alterações climáticas, perda da biodiversidade e espécies invasoras são exemplos de problemas ambientais que precisam ser pensados em escala global. Pensando nisso, pesquisadores procuram várias formas de integração, como o desenvolvimento de projetos envolvendo vários países.
O estudo, desenvolvido a partir de um acervo de fitas complementares ao DNA, os cDNAS, propiciou a descoberta de vários clones que podem codificar outras toxinas – algumas, inclusive, desconhecidas ou com potencial ainda não dimensionado.
De acordo com o pesquisador do Departamento de Agricultura Americano, Don Reicosky, a soja é uma das culturas que mais dependem da concentração de carbono no solo, ao mesmo tempo em que aparece como a maior causa de emissão de CO² na agricultura.